A atitude desses países decorre da omissão do local de nascimento no documento, o que levou a França e a Alemanha a se recusarem a emitir vistos aos portadores do novo passaporte.
O Ministério das Relações Exteriores e o Ministério do Interior convocaram os embaixadores desses países europeus, mas o presidente Yamandú Orsi disse que “se houver algo que precise ser corrigido, estamos sempre prontos”.
O presidente observou que devemos “prestar atenção aos sinais que vêm de fora”.
A Câmara de Turismo expressou sua “profunda preocupação” e pediu às autoridades que “tomem as medidas necessárias urgentemente, por meio de esforços diplomáticos e consulares, para resolver este problema”.
Em comunicado, eles indicaram que diversas pessoas já foram afetadas por não conseguirem entrar ou obter vistos para esses países.
“Esta medida afeta diretamente o desenvolvimento normal da atividade turística e causa danos específicos aos cidadãos uruguaios que planejam viajar para esses destinos, vários dos quais já foram impedidos de entrar ou processar seus respectivos vistos”, diz o comunicado da Câmara de Turismo.