No geral, tivemos 3,4 milhões de chegadas a diferentes destinos, enfatizou José María Aguilar, chefe do Departamento de Estudos de Mercado da entidade, em entrevista coletiva junto à autoridade.
Desse total, 3,3 milhões eram visitantes domésticos, turismo doméstico, e 149.978 eram não residentes, acrescentou, destacando um aumento de quatro por cento em relação ao ano anterior.
Em relação à contribuição financeira, o responsável mencionou 2,802 mil milhões de quetzales (quase 364 milhões de dólares), também um aumento de quatro por cento em relação a 2024.
El Salvador continua sendo nosso principal mercado emissor, em constante crescimento, contribuindo com 80.466 visitantes, 54% dos que chegam, afirmou Aguilar.
Ele mencionou os Estados Unidos, com 20.129 visitantes, 13%; e incluiu Honduras, com quase 18 mil turistas, 12%. Depois Europa, México, Belize, Costa Rica, América do Sul, Panamá, Nicarágua, Canadá e o resto do mundo.
Entre os lugares mais visitados, ele afirmou que Antigua Guatemala tradicionalmente dita o ritmo, desta vez com 641.704 turistas recebidos, seguida por Retalulheu (548.000) e Quetzaltenango (508.074).
Em seguida, apresentou o porto de San José com 363 mil, o lago Atitlán (270 mil), Sololá (261 mil), Huehuetenango (222 mil), a praia de Monterrico (179 mil), Las Verapaces (172 mil), Esquipulas (106 mil) e a praia de El Paredón (45 mil 322).
Ele explicou que este último destino foi medido pela primeira vez e, se adicionarmos praias, resorts, lagos e parques temáticos, as pessoas preferiram ir mais para lá nesta Páscoa.
Depois, acrescentou, o turismo cultural, especialmente as procissões, que representavam 40% e 10% das aventuras.
Também conhecida como Semana Santa, na Guatemala, ela une espiritualidade, fé, costumes, arte popular e culinária tradicional, sustentando um legado reconhecido como Patrimônio Cultural Nacional em 2008 e Patrimônio Mundial em 2022.